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Mulher é presa pela PCMG por tentativa de estelionato em Inhapim

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Divulgação/PCMG

Uma mulher, de 38 anos, foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na tarde dessa quinta-feira (29/6), pelos crimes de uso de documento falso e tentativa de estelionato cometidos contra uma instituição financeira de Inhapim, no Vale do Rio Doce.

Os policiais civis foram acionados por funcionários da agência bancária após a suspeita apresentar documentos com indícios de falsificação para a abertura da conta e contratação de empréstimo. Chegando ao local, os policiais se depararam com a suspeita, que apresentou à equipe os documentos de outra pessoa.

Ao ser questionada, policiais averiguaram o nome verdadeiro da suspeita, que possui inúmeros registros pelos crimes de estelionato e uso de documento falso em diversas delegacias do estado.

Ação criminosa

Um agente comercial do banco contou à equipe da PCMG que a mulher foi atendida por volta das 11h, ocasião em que solicitou a abertura de uma conta corrente. Na oportunidade, ela apresentou um documento de identidade, um comprovante de endereço e uma certidão do INSS, todos em nome de outra pessoa. Após concluir a abertura da conta, a conduzida contratou um empréstimo no valor de R$ 38 mil.

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Diante disso, o funcionário desconfiou que pudesse se tratar de golpe e, após conversa com a gerente da agência, pediu à suspeita que aguardasse. Nesse momento foi feito contato com a equipe da PCMG, que compareceu à agência e constatou em sistema policial que a identidade pertencia a outra pessoa.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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