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NOTA CONJUNTA PCMG e Sejusp

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial que culminou com o indiciamento do diretor adjunto de uma unidade prisional por assédio sexual, importunação sexual, perseguição e violência psicológica.

As investigações tiveram início após sete vítimas comparecerem à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Ibirité, e informaram que o investigado, então diretor adjunto da unidade prisional, as assediava sexualmente, utilizando do seu cargo para constrangê-las, além de importuná-las com abraços impróprios e beijos, bem como persegui-las com menosprezo à condição de mulher, causando danos emocionais.

As vítimas também informaram que todas as condutas do investigado ocorriam com o conhecimento do diretor-geral do presídio, que não teria adotado posturas para evitar a ocorrência dos fatos. Após as investigações, o diretor-geral foi indiciado por omissão. Ambos foram afastados cautelarmente dos cargos de direção e impedidos de manter contato com as vítimas por qualquer meio.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informa, ainda, que o procedimento de investigação administrativa preliminar instaurado pelo Núcleo de Correição Administrativa (Nucad) em desfavor dos dois servidores foi concluído também nesta quinta-feira (21). A partir dessa fase será instaurado um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) pela corregedoria da Sejusp, no qual os servidores terão direito à ampla defesa e ao contraditório. A Sejusp ressalta que não compactua com desvios de conduta de seus servidores e trabalha para que todos os trâmites sejam tratados com celeridade.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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