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Oito suspeitos são presos por sequestro e tortura de corretora

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Divulgação/PCMG

Cinco mulheres e três homens, com idades entre 28 e 40 anos, foram presos pelo crime de extorsão mediante sequestro durante a operação Parcum, desencadeada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nessa segunda-feira (6/5). A ação contou com a participação de 40 policiais, oportunidade em que foram apreendidos nove celulares e um notebook.

O crime, que teve como vítima uma corretora de imóveis de 36 anos, ocorreu no dia 3 de abril deste ano, quando a vítima teve a liberdade cerceada por mais de cinco horas, sofreu ameaças e agressões e teve o cabelo cortado.

A operação de ontem ocorreu com a prisão simultânea dos suspeitos nas cidades de Vespasiano e Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Investigações

Conforme apurado, a vítima teria sido chamada para acompanhar a visita de um cliente em um condomínio de luxo, na cidade de Vespasiano. Nesse momento, o grupo teria consumado o crime.

“Eles a atraíram até a casa de um dos suspeitos presos, alegando que tinha um outro imóvel para vender. Quando ela chegou lá, teve sua liberdade restrita e começaram as agressões”, conta o chefe do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), delegado-geral Rodrigo Bustamante.

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Os alvos da operação foram qualificados após levantamentos da equipe do Deoesp, que os identificou por meio de redes sociais e conversas da vítima com os suspeitos.

As investigações continuam visando à elucidação total dos fatos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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