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Operação Ataúde mira tráfico de drogas no estado

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Divulgação/PCMG

Nessa terça-feira (23/1), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Governador Valadares, composta pelas polícias Federal, Civil, Militar e Penal de Minas Gerais, deflagrou a continuação da operação Ataúde, que resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de tráfico de drogas. Uma mulher, de 41 anos, e dois homens, de 31 e 43, foram detidos em Governador Valadares, Leste do estado, e uma mulher, de 42 anos, foi presa em São Joaquim de Bicas, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

As investigações tiveram início em 2020, com o intuito de desarticular duas associações criminosas destinadas ao tráfico ilícito de entorpecentes. Uma das organizações tem alcance nacional e suposto envolvimento de facção criminosa, além de realizar o transporte de drogas no interior de carros funerários e caixões, buscando ludibriar a fiscalização em eventual abordagem policial. Esse grupo seria o responsável por alimentar várias outras organizações criminosas, nos mais diversos estados da federação,

Até o momento, foram indiciadas 11 pessoas, já presas no decorrer das investigações. Três investigados continuam no sistema prisional e oito estavam respondendo em liberdade. Houve, então, representação pela prisão preventiva destes, sendo o pedido deferido pela Justiça. Ontem, quatro foram detidos, e os trabalhos continuam para a localização dos demais.

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Operação

No dia 6 de setembro de 2023, foi realizada a primeira etapa da operação Ataúde, ocasião em que foram cumpridos, em Governador Valadares, Belo Horizonte, São Joaquim de Bicas, Rio Manso e Pouso Alegre, sete mandados de prisão, 20 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de 24 contas bancárias. Relembre: AQUI .

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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