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Operação Azkaban: PCMG prende cinco por homicídio em Taiobeiras

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (21/7), em Taiobeiras, na região Norte do estado, a operação Azkaban, para o cumprimento de mandados de prisão contra cinco investigados por homicídio qualificado. Segundo apurado, a motivação do crime tem relação com o controle do tráfico de drogas no município.

O inquérito policial foi instaurado depois que a vítima, um homem de 43 anos, teria sido morto pelos suspeitos em plena luz do dia, na porta de uma oficina mecânica, no centro de Taiobeiras, em 17 de janeiro deste ano.

A partir de relatos das testemunhas e análise das imagens das câmeras de segurança colhidas pelos policiais, restou apurado que a vítima foi surpreendida por dois suspeitos em uma motocicleta enquanto aguardava pelo conserto do seu veículo, sentada do lado de fora do estabelecimento. A dupla chegou atirando e depois fugiu. A vítima morreu no local em decorrência dos disparos, que a atingiram no tórax e na cabeça.

Sobre o crime, a Polícia Civil apurou que a execução foi motivada por disputa pelo tráfico de drogas, uma vez que todos os envolvidos tinham ligação com o comércio de entorpecentes e competiam pelo controle do tráfico, havendo grande hostilidade entre eles.

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Prisões

Responsável pela investigação, a delegada Lorena Rangel Almeida Dutra informa que, com o progresso da apuração, os policiais civis identificaram os suspeitos, bem como individualizaram a conduta de cada um deles. “Dos cinco agentes, dois deles participaram ativamente do homicídio como executores, e os outros três como mandantes, financiadores e mentores do crime”, pontua.

A delegada esclarece ainda que, em relação a quatro alvos da operação, os mandados de prisão foram cumpridos dentro do presídio onde eles cumprem pena por envolvimento em outros delitos. “Agora, eles também estão presos em decorrência desse homicídio que a Polícia Civil apurou”, explica Lorena. Já o quinto suspeito, de 20 anos, que também exerce a função de liderança entre os demais, foi preso na residência dele, em Taiobeiras.

Assim que finalizado, o inquérito policial será encaminhado ao Poder Judiciário. Os cinco presos encontram-se no sistema prisional à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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