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Operação Bravata prende suspeitos de atentado contra militares

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Divulgação/PCMG

Em resposta a uma ação violenta contra a abordagem de policiais militares no município de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) deflagraram, nesta terça-feira (11/7), a operação Bravata. Três suspeitos foram presos preventivamente, e um quarto em flagrante por tráfico de drogas e crime ambiental. Além disso, quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na cidade e em Nova Lima, também na RMBH.

As investigações tiveram início em decorrência da prisão em flagrante de um homem, de 31 anos, no dia 8 de março. Na ocasião, o homem tentou matar policiais militares durante um trabalho repressivo.

Dos mandados de buscas, dois foram efetuados em Esmeraldas e outros dois em Nova Lima, resultando na apreensão de mais de 120 pinos de cocaína e 50 papelotes da mesma droga, cinco tabletes e 31 buchas de maconha, 98 pedras de crack, duas balanças de precisão, 13 celulares, um DVR contendo mídia, uma câmera de monitoramento, um cartão de memória, uma moto com sinal de adulteração e três pássaros da fauna silvestre.

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O delegado responsável pelo inquérito, Matheus Henrique Rezende, adianta que as investigações prosseguem para elucidação completa dos fatos. “Inclusive, os 13 celulares apreendidos serão devidamente periciados para continuidade dessas apurações”, informa.

Após a formalização das prisões, os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e estão à disposição da Justiça.

A operação Bravata foi deflagrada pelas equipes da Delegacia de Polícia Civil em Esmeraldas e da 6ª Companhia de Polícia Militar Independente, com apoio da 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Ribeirão das Neves e do Grupamento Especializado em Recobrimento (GER/PMMG).

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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