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Operação Café identifica organização criminosa em vilas da capital

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Divulgação/PCMG

Em mais uma ação de repressão ao narcotráfico, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, no último sábado (17/6), a operação Café, nas vilas Cafezal e Fazendinha, em Belo Horizonte, com o objetivo de identificar as ramificações de uma organização criminosa instalada na região. Foram cumpridos na ação policial 13 mandados de busca e apreensão, dos quais 11 em Belo Horizonte, um em Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro, e um em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A investigação, a cargo da 2ª Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), está em curso há aproximadamente três anos e conseguiu monitorar as principais lideranças do tráfico de drogas nos aglomerados.

Segundo levantamentos, o grupo criminoso é especializado na exploração do narcotráfico, lavagem de dinheiro e crimes correlacionados, como homicídio, porte/posse ilegal de arma de fogo, ameaça e tortura.

A PCMG identificou um canal de comunicação entre os líderes do tráfico naquela região do Aglomerado da Serra e um indivíduo instalado em região de fronteira, em Foz do Iguaçu, para combinar o abastecimento de drogas – principalmente maconha.

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Ao todo, foram identificadas nove pessoas que exercem papel de lideranças do tráfico de drogas na região. Além disso, a Polícia Civil conseguiu na Justiça o sequestro de cinco veículos de luxo e de dois imóveis, um em Minas Gerais e outro em Foz do Iguaçu. Dois dos carros já foram recolhidos, um no estado do Paraná e outro no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte.

Durante as buscas foram apreendidos, ainda, materiais e documentos relacionados com o tráfico de drogas, como radiocomunicador e caderno de anotações com valores significativos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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