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Operação Comadres: PCMG combate tráfico na região de Sete Lagoas

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Divulgação/PCMG

Nesta terça-feira (5/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Comadres, decorrente de investigação que mira o tráfico de drogas e a entrada de celulares no presídio de Sete Lagoas, região Central do estado. Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em endereços no município (16) e também em Paraopeba (três), resultando na arrecadação de diversos aparelhos telefônicos, dinheiro, significativa quantidade de maconha e uma máquina de cartão utilizada para a venda de entorpecentes.

O trabalho investigativo da PCMG teve início em 2022, e tanto as apurações quanto a operação contaram com o apoio do setor de Inteligência do sistema prisional local. Até o momento, foram identificadas aproximadamente 70 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema, entre detentos, esposas, namoradas e outros familiares dos presos, responsáveis por realizar a movimentação do tráfico de drogas dentro e fora do presídio sob o comando dos acautelados, que enviavam suas ordens via ligações clandestinas de dentro das celas.

As investigações irão continuar como forma de combate constante à entrada de drogas e aparelhos celulares no presídio, bem como identificar possíveis outros envolvidos.

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O nome dado à ação policial, Comadres, faz referência ao termo utilizado pelas companheiras dos detentos para se comunicarem entre si. A operação contou com a participação de 77 policiais civis e seis policiais penais.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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