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Operação combate exploração sexual de crianças e adolescentes em BH

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Divulgação/PCMG

“Liberum Pueritia” é o nome da operação realizada, nessa terça-feira (24/10), pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), fruto de investigações que apuram práticas de exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes em Belo Horizonte. Na ação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em hotéis na região central da capital.

Os trabalhos investigativos iniciaram em agosto deste ano na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), pertencente ao Departamento Estadual de Investigação, Orientação e Proteção à Família (Defam), quando a Polícia Civil recebeu denúncias de adolescentes exploradas sexualmente, é o que explica o delegado Evandro Radaelli, responsável pelas investigações. “A operação “Liberum Pueritia”, que significa infância livre, decorre de uma investigação iniciada após denúncias de que crianças e adolescentes estavam sendo submetidas à exploração sexual em estabelecimentos na região Central de BH. Na oportunidade, duas pessoas, que eram responsáveis pelos estabelecimentos, foram presas, e após a prisão desses dois indivíduos, um de 59 anos e outro de 53, o qual continua preso até então, as investigações se intensificaram”, relatou. “Com o recebimento de mais denúncias pela Depca e outras investigações empreendidas, realizamos hoje uma ação repressiva na intenção de localizar possíveis crianças e adolescentes sendo exploradas sexualmente nesses estabelecimentos”, ressaltou.

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Conforme a delegada Renata Ribeiro, chefe da Divisão Especializada em Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente (Dopcad), trata-se também de uma ação preventiva. “A operação de hoje teve o objetivo de tentar localizar crianças e adolescentes em situação de violência e crimes contra a dignidade sexual, mas também um caráter preventivo no sentido de demonstrar que não podemos tolerar esse tipo de criminalidade em hotéis e outros lugares de Belo Horizonte”, frisou. 

A chefe do Defam, delegada-geral Carolina Bechelany, destacou sobre a suposta anuência da criança ou do adolescente que esteja neste tipo de situação ao considerar que “o consentimento dessas vítimas não é válido”. 

Sobre os crimes praticados, Randelli informou que “os crimes de exploração sexual são apenados com reclusão de 4 a 10 anos e caso seja encontrada alguém com menor de 14 anos, praticando crime de estupro de vulnerável, a pena pode chegar até 15 anos (de 8 a 15 anos)”, concluiu.

As investigações continuam para que a Polícia Civil possa identificar demais envolvidos, tanto os que mantém relações sexuais com as vítimas quanto os proprietários ou os responsáveis pelos locais onde os abusos ocorrem, e possível rede de exploração sexual contra crianças e adolescentes na capital.

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A operação foi coordenada pela Depca e contou com o apoio da Coordenação de Apoio Policial (CAP), de Recursos Especiais (Core) e de Operações com Cães (COC), totalizando um efetivo de 46 policiais da PCMG, além da Guarda Municipal de Belo Horizonte.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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