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Operação conjunta prende trio por golpe do bilhete premiado

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Divulgação/PCMG

Em uma operação conjunta das polícias Civil de Minas Gerais (PCMG) e do Espírito Santo (PCES), duas mulheres, de 31 e 41 anos, e um homem, de 40, foram presos em flagrante em Vila Velha, no Espírito Santo, na última quarta-feira (8/5). Eles são suspeitos de aplicar o golpe do bilhete premiado um dia antes, no bairro Savassi, região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Na terça-feira (7/5), a vítima foi abordada pelos suspeitos, que ofereceram a oportunidade de ganhar uma parte do prêmio de loteria casos ela lhes ajudasse com movimentações financeiras. Induzida a erro, a vítima efetuou a transferência bancária de R$ 170 mil aos investigados.

Após receberem os valores em conta, os indivíduos fugiram para Vila Velha, Espírito Santo. Já na quarta-feira (8/5), após os valores serem movimentados dentro de diversas instituições financeiras, os suspeitos se dirigiram até uma agência bancária naquela cidade para tentar sacar os valores.

Nesse ponto, as equipes do Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof) da PCMG e da PCES já monitoravam o trio, ocasião em que policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais do Espírito Santo efetuaram a prisão em flagrante dos envolvidos.

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Com eles, foi apreendido o dinheiro sacado, 7 mil dólares. Os suspeitos foram autuados pelos crimes de estelionato e associação criminosa, e estão à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para localização e devolução dos valores à vítima.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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