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Operação da PCMG apreende adolescentes em BH

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Divulgação/PCMG

Na operação Infractio, deflagrada, nessa quinta-feira (29/2), pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Belo Horizonte. O resultado foi a apreensão de dois adolescentes nos bairros Nova Vista e Cidade Nova. Um dos alvos, já com 18 anos, foi apreendido pela prática de ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas. O outro, de 15, foi localizado em uma escola particular e é investigado por atos infracionais análogos aos crimes de furto, estelionato e invasão de dispositivo eletrônico. A ação da equipe da Delegacia Especializada de Investigação de Ato Infracional (Deai) mobilizou 14 policiais civis, que também estiveram nos bairros Salgado Filho e Carlos Prates. Um terceiro alvo não foi localizado.

O investigado, de 18 anos, foi encontrado em sua residência no bairro Nova Vista e não apresentou resistência. Ele possui diversas passagens por ato análogo a tráfico de drogas e, após atingida a maioridade, já foi preso em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Já o segundo alvo apreendido teria tido acesso ao banco do aparelho celular do pai e alegou que seria para comprar figurinhas, explicou a delegada Carolina Máximo, titular da Deai. “O ato infracional análogo ao crime de estelionato foi praticado por meio do aparelho celular do próprio pai, ele acessou o aplicativo do banco, fez o uso das senhas e efetuou as transferências bancárias. A versão dele continua sendo apurada”, garantiu Carolina. Além de efetuar transferências desautorizadas, fazendo o uso indevido da senha do pai, o adolescente causou um prejuízo estimado em R$10 mil e segundo o menor, os valores seriam para comprar figurinhas, complementou a delegada. “Em razão do possível envolvimento de maiores, o caso é investigado em inquérito policial na 3ª Delegacia de Polícia Leste, que apura se a versão do adolescente”, assinalou.

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Os adolescentes apreendidos foram ouvidos e encaminhados para uma audiência de apresentação em Juízo, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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