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Operação da PCMG mira golpes em plataformas de apostas esportivas

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Divulgação/PCMG

Em operação realizada na manhã desta quarta-feira (20/12), em Belo Horizonte, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apreendeu veículos, documentos, celulares e notebooks vinculados a um grupo de influenciadores digitais investigados por aplicar golpes financeiros utilizando plataformas de apostas esportivas. A Justiça ainda autorizou a indisponibilidade de mais de R$18 milhões da conta dos suspeitos.

Estima-se que cerca de 200 vítimas tenham sido lesadas pelo grupo criminoso, que movimentou mais de R$ 30 milhões em 2022.

Modo de agir

Conforme apurado, os suspeitos prometiam aos investidores ganhos muito acima do mercado, entre 6% e 10%, convencendo as vítimas a apostarem na empresa. Os influenciadores afirmavam que bastava investir qualquer quantia transferida para a conta bancária pessoal do líder da organização para começar a receber os retornos financeiros.

As investigações apontam ainda que os suspeitos se apresentavam como “tipsters em apostas esportivas”, mas recebiam as quantias em dinheiro das vítimas e ostentavam uma vida de luxo com aquisição de carros esportivos e viagens internacionais.

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“Eles faziam postagens com carros importados, mansões em condomínio e viagens internacionais para dar a impressão aos clientes que o negócio era seguro e o lucro garantido. O proprietário da empresa chegou a realizar uma festa de casamento na Grécia”, disse a delegada Marina Pacheco.

As investigações, coordenadas pela equipe da 2ª Delegacia Especializada de Combate a Corrupção, continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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