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Operação da PCMG mira repressão a crimes patrimoniais na capital

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Divulgação/PCMG

Com foco na repressão a delitos patrimoniais, especialmente furtos, roubos e receptações, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (27/10), operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão na capital.

A ação teve como alvo a casa de um homem, de 33 anos, o qual possui diversas passagens policiais por receptação. Levantamentos apontam o suspeito como um dos maiores receptadores de celulares de Belo Horizonte.

No local foram apreendidos diversos produtos de crimes, especialmente celulares e notebook. Entre o material localizado estava também uma maleta com equipamentos médicos e odontológicos – avaliados em mais de R$ 7 mil – furtados do interior do veículo de uma médica. O equipamento foi restituído à vítima, que compareceu à delegacia e reconheceu o material.

Em declarações à polícia, o suspeito disse ter adquirido os bens de usuários de drogas na região central de Belo Horizonte. O investigado foi autuado por receptação dolosa, decorrente da localização em sua residência dos equipamentos de uso médico e odontológico.

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Investigação

As investigações, coordenadas pela equipe da 4ª Delegacia de Polícia Centro em Belo Horizonte, iniciaram em junho deste ano, após solicitação de cooperação da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP) visando à localização e recuperação de celulares furtados na cidade de Americana, interior paulista, ocorrida durante um grande evento festivo.

No decorrer do ano, outras operações foram realizadas pela equipe da PCMG e inúmeros aparelhos com restrição de furto e roubo ou com procedência duvidosa, além de outros bens de naturezas diversas, já foram recuperados e restituídos às vítimas.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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