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Operação da PMMG evita crime do “Novo Gangaço” em Minas

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Uma operação realizada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da Diretoria de Inteligência (DINT) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), na madrugada deste sábado, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, resultou na prisão de três indivíduos envolvidos em explosão/arrombamento de caixas eletrônicos, crime conhecido por “Novo Cangaço”. Materiais que seriam utilizados na prática criminosa, incluindo quatro emulsões explosivas, também foram apreendidos.

Após receber informações da Polícia Militar do estado do Mato Grosso sobre a presença dos criminosos em Minas, a Diretoria de Inteligência iniciou o monitoramento e, nesta madrugada, foi possível identificar uma movimentação suspeita numa residência, no bairro Porto Seguro. Militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais foram acionados e no local conseguiram realizar a prisão dos indivíduos, que tentaram fugir da abordagem.

Na residência, o BOPE localizou diversas ferramentas que seriam utilizadas em arrombamento e mais quatro emulsões explosivas que estavam dentro de uma caixa, debaixo de um tanque de lavar roupas.

Os presos informaram aos militares que seriam oriundos dos estados de Santa Catarina e Mato Grosso e que chegaram na cidade recentemente para verificar um local para a prática de arrombamento de caixas eletrônicos.

Os autores, com passagens policiais diversas, e os materiais apreendidos foram encaminhados à Polícia Judiciária.

Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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