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Operação Déjà vu mira tráfico de drogas no Leste do estado

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Divulgação/PCMG

Nesta quinta-feira (15/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com o apoio operacional da Polícia Militar (PMMG), deflagrou a operação “Déjà vu”, com o objetivo de cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, decorrentes de investigações relacionadas ao crime de tráfico de drogas, nas cidades de São João Evangelista e Guanhães, região Leste do estado.

Ao todo, seis pessoas, com idades entre 18 e 27 anos, foram conduzidas à delegacia, sendo três, de 19, 20 e 25 anos, encaminhadas ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

Durante as buscas, os policiais arrecadaram 18 celulares, uma arma de fogo, 34 tabletes de maconha, uma porção grande de crack e outras de cocaína, além de uma balança de precisão, pinos comumente utilizados para o fracionamento de droga e mais de R$ 1 mil. Também foram localizados e apreendidos materiais como anotações e cartas com informações referentes ao comércio de entorpecentes.

A PCMG prossegue com as investigações.

Déjà vu

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O termo “déjà vu”, nativo da língua francesa, significa já visto. A expressão foi escolhida devido ao fato de alguns dos suspeitos serem nomes recorrentes em ocorrências e denúncias relacionados ao tráfico de drogas.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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