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Operação desarticula grupo que planejava ataques a autoridades

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Divulgação/PCMG

Em repressão à atuação de organização criminosa que planejava ataques contra autoridades, foi deflagrada, nesta sexta-feira (23/6), a operação Erínias, articulada pela força-tarefa instituída pelas polícias Civil de Minas Gerais (PCMG), Militar e Penal e pelo Ministério Público (MPMG). Ao todo, foram efetuadas sete prisões temporárias e cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e em Goiânia (GO).

A força-tarefa descobriu o plano dos alvos para promover ataques a autoridades, entre elas promotor de Justiça, delegado de polícia, investigador da Polícia Civil e agente da Polícia Penal. As investigações revelam que o grupo criminoso se organizou no interior de unidade prisional de Uberlândia.

Com a soltura recente de parte do grupo, as ordens foram determinadas por meio de uma carta, na qual o líder da organização ilícita determina a execução de autoridades públicas. Na mesma carta, é revelado que a estrutura criminosa possui patrimônio ilícito oculto em nome de laranjas e, ainda, é indicado um plano de fuga após o suposto atentado.

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O chefe do 9º Departamento da PCMG, delegado-geral Marcos Tadeu de Brito Brandão, destaca a integração dos órgãos de segurança e do MPMG no combate ao alvo da investigação. “Trata-se de uma organização criminosa de nível nacional, e as forças policiais estão unidas, desarticulando esse grupo que teima em tentar atuar no Triângulo Mineiro. Além do cumprimento dos mandados, simultaneamente, detentos que estavam acautelados no presídio de Uberlândia foram transferidos para outras unidades prisionais”, informa.

Durante os trabalhos policiais, foram apreendidos diversos equipamentos de informática e mídias, um veículo e uma moto aquática.

Erínias, nome dado à operação, na mitologia grega eram personificações da vingança, encarregadas de castigar os crimes, especialmente os delitos de sangue.

*Com informações do MPMG.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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