Polícia
Operação Eclesiastes tem prisão de dupla por homicídio em Brumadinho

As investigações sobre os crimes de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, resultaram na prisão de dois suspeitos, de 25 e 29 anos, durante a operação Eclesiastes, desencadeada nessa quinta-feira (21/12). Além dos mandados de prisão, foram cumpridas ordens judiciais de busca e apreensão.
As investigações iniciaram em razão de homicídios ocorridos em Brumadinho, todos relacionados ao tráfico de drogas. Segundo o delegado João Victor de Jesus Leite, a dupla presa agia com bastante violência na disputa por pontos de tráfico, bem como ameaçava moradores da região e até mesmo policiais.
Os dois suspeitos possuem inúmeros registros e já foram presos em outras oportunidades por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
De acordo com o chefe do 2º Departamento, delegado-geral Reinaldo Felício Lima, “O objetivo da Polícia Civil é dar uma resposta à sociedade, tirar de circulação esses indivíduos que trazem tanto prejuízo à comunidade e buscar com isso justiça”.
Prisão
Durante cumprimento das ordens judiciais, o indivíduo de 29 anos tentou fugir, deixando pelo caminho um pacote. “Com o auxílio de cães farejadores conseguimos localizar um material, que continha uma arma de fogo, três carregadores, munições e certa quantidade de drogas”, acrescentou João Victor.
O outro suspeito foi preso em casa e não apresentou resistência.
Homicídios
Um dos homicídios investigado ocorreu em 2016, na região Central da cidade, e teve como motivação uma dívida relacionada ao tráfico de drogas. O inquérito já foi concluído e encaminhado à Justiça com o indiciamento do homem de 25 anos.
Um segundo homicídio, registrado em fevereiro deste ano, teve como suposta motivação a disputa por pontos de venda de entorpecentes. Nesse caso, os dois presos figuram como suspeitos em inquérito que tramita na Delegacia de Polícia em Brumadinho.
“As investigações prosseguem para elucidar outros homicídios ocorridos na cidade e tentar desarticular o tráfico de drogas atuante na região Central de Brumadinho”, finalizou João Vitor.
Apoio operacional
A operação contou com apoio de equipes da Delegacia Regional em Ibirité e do Departamento de Polícia Civil em Contagem, além da Coordenadoria de Operações Estratégicas (COE) da Polícia Civil, por meio da Coordenação de Recursos Especiais (Core), da Coordenação Aerotática (CAT) e da Coordenação de Operação com Cães (COC).
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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