Polícia
Operação em Ubá resulta em prisões e na apreensão de veículos
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, na quinta e sexta-feira (17 e 18/8), a operação Gigante de Aço, resultando na prisão de dois indivíduos, de 34 e 42, e na apreensão de sete veículos, em Ubá, na Zona da Mata.
Conforme apurado pela 2ª Delegacia Regional em Ubá, durante investigação sobre o tráfico de drogas na região, os suspeitos teriam ligações com organizações criminosas cariocas. Além do comércio de entorpecentes, criminosos do Rio de Janeiro forneciam veículos clonados para serem comercializados na Zona da Mata mineira.
No curso da operação, a PCMG apreendeu quatro carros de luxo e três motocicletas, avaliados em R$ 600 mil.
Gigante de Aço
Diante das investigações, a PCMG representou à Justiça pela expedição de quatro mandados de busca e apreensão contra dois homens investigados pela posse e comercialização de veículos clonados na região.
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, no dia 17 de agosto, o indivíduo de 34 anos, proprietário de uma concessionária de veículos, no bairro Inês Groppo, em Ubá, teria tentando transferir um veículo, porém, a irregularidade foi constatada no momento da vistoria. Por esse motivo, o suspeito foi preso por adulteração de sinais identificadores de veículo, sendo ainda cumpridos dois mandados de busca e apreensão contra ele.
Na concessionária, os policiais arrecadaram uma motocicleta com suspeita de estar com sinais de identificação adulterados. Já na casa do homem, também alvo de busca e apreensão, foi encontrado outro veículo com sinais identificadores adulterados. Com ele ainda foram apreendidas documentações e alta quantia em dinheiro.
Em continuidade aos trabalhos, no dia 18 de agosto, policiais civis se deslocaram até o município de Tocantins, onde cumpriram mandados de busca e apreensão em desfavor de um homem, de 42 anos. Com ele foram encontrados um veículo e duas motocicletas com sinais identificadores adulterados, além de papelotes de cocaína, balança de precisão, grande quantidade de materiais utilizados para embalar e fracionar drogas e ampolas de anabolizantes.
De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Douglas Mota, “Também foi apreendido em uma concessionária do município um veículo de propriedade do investigado (de 42 anos) que seria, de acordo com as investigações, objeto do crime conhecido como Pokémon, em que indivíduos realizam o financiamento de veículo em nome de ‘laranjas’, pessoas físicas ou jurídicas, com o intuito de causar prejuízo às instituições financeiras”.
O suspeito foi preso em flagrante por tráfico de drogas, adulteração de sinal identificador de veículo e corrupção de produto medicinal.
Os dois presos foram encaminhados ao sistema prisional e estão à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG
Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados
Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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