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Operação Encantare mira o comércio ilegal de cigarros em Uberlândia

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Divulgação/PCMG

Nesta quarta-feira (7/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou uma operação de combate ao comércio clandestino de cigarros contrabandeados em Uberlândia, região do Triângulo Mineiro. A ação, denominada de Encantare, foi executada com o apoio da Polícia Civil de Goiás e dos Procons de Uberlândia (MG) e de Goiânia (GO), além do Ministério Público Estadual. Durante a ação, uma pessoa de 55 anos foi presa.

Segundo o chefe do 9º Departamento de Polícia Civil (DEPPC) em Uberlândia, Marcos Tadeu de Brito Brandão, a operação ocorreu em distribuidoras de bebidas localizadas no bairro Planalto, suspeitas de comercializarem o produto. “Centenas de maços de cigarros foram apreendidos. Uma pessoa de 55 anos foi conduzida à delegacia e agora será encaminhada para a Polícia Federal”, informa o delegado.

Ainda conforme Marcos Tadeu, a operação ocorreu após investigações realizadas pela equipe de Inteligência do 9º DEPPC, que detectou os locais onde os cigarros eram comercializados. Como o crime se trata de contrabando ou descaminho, o caso, de acordo com o delegado, será encaminhado para a Polícia Federal, contudo, a Polícia Civil continuará atuando com o objetivo de coibir o comércio clandestino.

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O nome da operação, como explica o chefe do Departamento, vem da promessa do lucro fácil que é feita aos comerciantes que praticam o delito, “que não pagam imposto e ainda levam risco à saúde do consumidor”.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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