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Operação Entreposto mira tráfico interestadual de drogas

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), desencadearam, nessa segunda-feira (18/3), a operação Entreposto.

No curso da ação, foram presos dois homens apontados como integrantes de uma organização criminosa especializada em tráfico interestadual de drogas nas cidades de Formiga, em Minas, e Curitiba, no Paraná. Os policiais também cumpriram dois mandados de busca e apreensão nos municípios mineiros de Belo Horizonte e Esmeraldas.

A operação contou com o apoio operacional da Delegacia Regional em Formiga e do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica e Tributária.

Prisões

Na cidade mineira, o homem preso é investigado por atuar na escolta e armazenamento de drogas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Já na capital paranaense, a ordem judicial foi cumprida contra um homem suspeito pelo envio do entorpecente. Ele já foi condenado por tráfico internacional de drogas, tendo sido alvo da operação Enterprise, deflagrada pela Polícia Federal, ação policial que teve como objetivo a repressão a uma organização criminosa vinculada à máfia italiana que enviava cocaína para Europa em contêineres e submersa em navios.

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Segundo apurado, a organização criminosa utilizava Belo Horizonte e região metropolitana como entreposto para a droga, especialmente maconha, e, depois, a transportava para comunidades localizadas na cidade do Rio de Janeiro.

Histórico criminoso

Em outra ocasião, um dos integrantes do grupo criminoso foi preso, na rodovia BR-262, município de Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte, transportando aproximadamente 800 quilos de maconha. As investigações apontaram a existência de um estruturado esquema de transporte de drogas em que cada integrante do grupo desempenhava uma função específica.

*Texto adaptado do MPMG

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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