Polícia
Operação Fel de Minas mira empresas do ramo de mineração

Na manhã desta terça-feira (21/11), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Secretaria de Estado da Fazenda, órgãos que integram o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), realizaram a operação Fel de Minas, que investiga um esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro praticado por meio de empresas do ramo de mineração.
Na ocasião, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nas cidades de Belo Horizonte e Coronel Murta, no Vale do Jequitinhonha, tendo como alvos quatro pessoas físicas e nove empresas.
Conforme apurado, o grupo empresarial investigado – um dos maiores distribuidores de feldspato moído para todo o mercado brasileiro e uma das únicas empresas a possuir jazida própria para extração e beneficiamento do minério – tem como modo de agir o não pagamento do tributo declarado, de forma contumaz e deliberada, ocasionando prejuízos que já ultrapassam R$ 14 milhões aos cofres públicos.
Além disso, também é investigada a suposta blindagem patrimonial pelos gestores de fato do negócio com aquisições mobiliárias e imobiliárias por meio de empresas em nome de interpostas pessoas.
Operação
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos R$ 202 mil (escondidos em fundos de gavetas, armários e bolsas) e munições calibres 38 e 40.
A operação, que contou com a participação de três delegados e 25 investigadores da PCMG, além de seis promotores de Justiça e 30 auditores fiscais da Receita Estadual, é parte de uma nova fase de estruturação do Cira.
Projeto 360º
O Projeto Cira 360º propõe o fortalecimento da política de estado por meio de seis eixos estruturantes, com o objetivo recuperar ativos, prevenir distorções de mercado e promover a tutela de um ambiente de concorrência legal nos setores econômicos em Minas Gerais. A iniciativa pioneira inspirou a criação de estratégias semelhantes em outros estados.
Por meio da articulação do Cira, o Ministério Público de Minas Gerais, a Receita Estadual, as polícias Civil e Militar e a Advocacia-Geral do Estado, ao longo de 16 anos, recuperaram mais de R$ 18 bilhões de ativos aos cofres públicos.
*Texto do MPMG com adaptações
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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