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Operação Harvest Time mira crimes rurais no Noroeste de Minas

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio operacional das polícias Civil de Goiás, do Mato Grosso e de São Paulo, realizou hoje (21/11), a terceira fase da operação Harvest Time. A ação, que já tem nove prisões e 21 mandados de busca e apreensão cumpridos, tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em crimes contra o patrimônio no meio rural, principalmente no furto de tratores e equipamentos agrícolas de precisão.

Nesta fase da operação, as ordens judiciais foram efetuadas nos municípios mineiros de Unaí e Paracatu, e nas cidades de Piracanjuba (GO), Primavera do Leste (MT), Cuiabá (MT) e São Paulo (SP). As buscas visam angariar evidências complementares, bem como a recomposição patrimonial das vítimas.

Com as nove prisões efetuadas, a PCMG busca a desarticulação de todos os núcleos da organização criminosa. Foram decretadas ainda medidas assecuratórias, como o bloqueio de contas bancárias e a apreensão de veículos.

A ação é coordenada pelo 16º Departamento e pela Delegacia Regional de Polícia Civil em Unaí.

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Investigações

Ao longo de um ano, a PCMG investigou a atuação da organização criminosa estruturada no município mineiro, um dos maiores produtores rurais do estado. Com base nesse trabalho, a Polícia Civil instaurou aproximadamente 15 inquéritos para apuração de crimes relacionados às atividades ilícitas praticadas pelos integrantes do grupo criminoso. Estima-se que o prejuízo sofrido pelas vítimas tenha chegado a R$ 2,3 milhões.

O chefe do 16º Departamento, Douglas Antônio Ramos Magela, destaca que o objetivo da Polícia Civil de Minas Gerais é a completa desestruturação da organização criminosa, com a repressão qualificada de todos os seus núcleos. “Nesta fase, foram incluídos os integrantes que atuavam em diversos núcleos da estrutura ordenada: planejamento, levantamento de locais, obtenção de informações privilegiadas, execução e consumação dos furtos qualificados, ocultação, adulteração de veículos, negociação, dissimulação e divisão dos lucros obtidos com a venda dos ilícitos”, esclareceu.

Fases operacionais

Em suas três fases, a operação Harvest Time já alcançou a recuperação de quatro tratores, sendo ainda cumpridos 33 mandados de busca e apreensão e outros 12 de prisão.

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A primeira fase da operação foi deflagrada em maio deste ano, com o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão e a prisão de três investigados responsáveis pelo núcleo principal (autoria intelectual e operacional dos crimes).

Já a segunda etapa promoveu a recuperação e a apreensão de três tratores furtados pela organização criminosa nas cidades de Unaí, Paracatu e Porto Nacional (TO). As investigações realizadas pela PCMG viabilizaram a recuperação efetiva dos quatro tratores subtraídos pelo grupo criminoso, sendo um deles reavido com a cooperação da Polícia Militar de Minas Gerais e outro, com o apoio da Polícia Civil de Tocantins. Estima-se que a recomposição patrimonial tenha atingido o montante de aproximadamente um milhão de reais em favor das vítimas.

A terceira fase da operação Harvest Time contou com a participação de 78 policiais civis e com o apoio aéreo da Coordenação Aerotática (CAT) da PCMG.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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