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Operação Laracna: cinco são presos no Alto Paranaíba

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) participou, nessa terça-feira (5/12), da segunda fase da operação Laracna, resultante de investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Ao todo, quatro pessoas foram presas preventivamente no município e outra na cidade de São Gotardo. Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares patrimoniais.

O objetivo da operação foi desmantelar grupos criminosos especializados em roubos e furtos a agências bancárias, casas lotéricas e grandes empresas. As investigações apontam a atuação do grupo em diversos municípios da região, notadamente em Patos de Minas e Cruzeiro da Fortaleza.

A ação deflagrada ontem contou com a participação de sete policiais civis, 36 policiais militares, um policial penal, bem como de integrantes do Ministério Público.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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