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Operação Medusa mira crimes sexuais contra adolescente mineira

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Divulgação/PCMG

Com o objetivo de combater o crime de posse e venda de material pornográfico envolvendo menor de idade, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com a colaboração da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), concluiu, nesta quarta-feira (24/5), a operação Medusa. Na oportunidade, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Brasília. Um homem, de 18 anos, foi preso durante a ação.

Por meio de investigações, coordenadas pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Pirapora e pelo Setor de Inteligência, a PCMG comprovou que o suspeito, principal alvo da ação, teria mantido relações sexuais com uma adolescente, de 13 anos, e gravado cenas do abuso. Posteriormente, o investigado ainda teria assumido o controle das redes sociais da vítima, passando-se por ela, para anunciar e vender os vídeos.

Simultaneamente, o jovem também extorquia a adolescente e a mãe dela, exigindo valores para excluir os conteúdos. Não satisfeito, o investigado ainda se passava pela menina para marcar programas sexuais com homens da cidade de Pirapora, exigindo pagamentos antecipados. Visto que ninguém comparecia aos encontros, os contratantes passaram a ameaçar a adolescente. As quantias recebidas eram enviadas para a conta de outro suspeito, de 23 anos.

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Após trabalho do Setor de Inteligência da PCMG, com o auxílio da PCDF e do 16° Grupamento de Mísseis e Foguetes do Exército Brasileiro, o suspeito de 18 anos foi localizado e preso em Brasília, sendo ainda cumpridos mandados de busca na casa dele e do investigado de 23 anos.

Medusa

A operação recebeu esse nome em razão da referência mitológica grega do primeiro estupro, em que Posseidon, irado por perder uma das grandes guerras para Atena, estuprou sua sacerdotisa mais devota, Medusa, a qual foi ainda amaldiçoada por Atena, que a culpou pelo ocorrido, adquirindo a aparência conhecida em filmes e livros.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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