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Operação mira desvio e apropriação de verbas públicas em Betim

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Divulgação/PCMG

Em uma ação conjunta entre a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), que integra o Grupo de Operações Policiais do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), e a 4º Promotoria de Betim, realizaram, na manhã desta segunda-feira (24/7), a operação I Care a Lot, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares, como bloqueio de bens e quebras de sigilo bancário e fiscal dos investigados.

A investigação apura o desvio e a apropriação de verbas públicas do Fundo Municipal de Saúde, ocorridas no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde de Betim. Os crimes foram realizados por meio da utilização de contas bancárias de usuários da saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS) em Betim, sem o conhecimento deles. Além do desvio de dinheiro público, são apurados os delitos de apropriação indébita, associação criminosa e ocultação/lavagem de dinheiro.

Até o momento, apurou-se o desvio de mais de R$630 mil dos cofres municipais, verba que seria destinada à Saúde.

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A investigação segue em segredo de Justiça. Mais informações e detalhes somente poderão ser fornecidos após os levantamentos dos sigilos processuais.

A ação de hoje foi deflagrada pela 4ª Promotoria de Justiça de Betim e a Polícia Civil, por meio do Grupo de Operações Policiais do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público do MPMG, e é resultado de investigação criminal realizada em conjunto com a Delegacia Regional de Polícia Civil em Betim.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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