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Operação Pax Iterum resulta em prisões por homicídio em Lavras

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Divulgação/PCMG

Um crime com motivação torpe, cometido por meio de emboscada e por meio cruel. Essa é a conclusão da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em relação ao homicídio ocorrido em Lavras, no Sul do estado, no dia 7 de abril deste ano, em um bar da cidade.

Em razão dessa investigação, policiais civis desencadearam a operação Pax Iterum, nessa quarta-feira (1º/5), ocasião em que foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e outros dois de prisão temporária. Entre os presos estão uma mulher de 21 anos e um homem, de 22.

Com a suspeita os policiais encontraram munição e como o investigado, porções de maconha e dinheiro. Por esse motivo, além do cumprimento das cautelares, a dupla foi detida em flagrante, respectivamente, por posse de munição e tráfico de drogas.

Ao todo, participaram da operação 30 policiais civis lotados no âmbito da 1ª Delegacia Regional em Lavras, sendo apreendidos celulares, drogas e dinheiro.

Homicídio

No dia dos fatos, duas pessoas, utilizando capacetes, teriam entrado no bar em que estava o alvo da ação criminosa, um homem de 35 anos. Ao avistarem a vítima, os suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra ela, que foi atingida com 11 tiros. Durante a ação criminosa, um homem de 33 anos também foi atingido.

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O homicídio, cometido em plena luz do dia, foi flagrado por câmeras de circuito de segurança da região, sendo divulgadas em redes sociais.

A vítima de 35 anos já tinha sido alvo de uma emboscada frustrada, no dia 23 de março deste ano, no bairro Jardim Campestre.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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