Polícia
Operação policial em Itabira termina com oito detidos

Na manhã desta quarta-feira (7/6), as polícias Civil (PCMG) e Militar (PMMG) deflagraram operação conjunta visando desarticular um grupo criminoso envolvido com homicídios e tráfico de drogas em Itabira, na região Central do estado. Foram presos três homens, de 20, 21 e 23 anos, e apreendidos cinco adolescentes, com idades entre 15 e 17 anos.
Os mandados de busca foram cumpridos no bairro Nossa Senhora das Oliveiras, região onde o grupo atuava com o tráfico de entorpecentes, e no bairro Major Lage de Baixo. Os policiais ainda apreenderam uma réplica de um fuzil, dinheiro, 120 porções de crack, três plantas de maconha guardadas em uma estufa elétrica, 54 porções de cocaína, uma porção de maconha e dois rádios comunicadores.
Retaliações
As investigações iniciaram com as apurações de um ataque cometido no dia 11 de abril deste ano, no bairro Nova Vista, ocasião em que um homem de 55 anos foi morto com três tiros. Nesse ataque, outras cinco pessoas foram atingidas, mas sobreviveram.
A Polícia Civil elucidou o crime, apontando como responsáveis quatro homens, com idades entre 20 e 22 anos, que ocupavam um veículo. O automóvel, furtado dias antes do atentado, chegou à entrada do bairro em alta velocidade e os suspeitos saíram pelas janelas, gritando “mata todo mundo!”. Em seguida, a quadrilha efetuou 33 disparos de arma de fogo (calibres 9 mm e 380), atingindo pessoas, aleatoriamente, que passavam pela rua.
As apurações demonstraram que o ataque foi uma retaliação ao homicídio de um homem, de 32 anos, no bairro Pedreira, crime registrado no dia 3 de março deste ano. O assassinato teria sido atribuído a suspeitos residentes no bairro Nova Vista.
Na ocasião, o suspeito invadiu uma festa de aniversário para executar um indivíduo envolvido com a criminalidade, porém, atingiu outras sete pessoas que estavam no local, resultando na morte de uma delas. O responsável foi preso durante a operação Ares, deflagrada no dia 30 de março.
Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu o vínculo dos investigados com o tráfico de drogas, motivo pelo qual foi requerido os mandados de prisão preventiva em desfavor dos quatro suspeitos, além das cautelares para buscas em diversas residências.
Um dos alvos da operação policial, um homem de 20 anos, foi preso preventivamente e os outros três estão foragidos. Considerando o grau de perigo que oferecem, a Polícia Civil solicita o apoio da população para informações que possam auxiliar na prisão deles, conforme os respectivos cartazes de “procurado”.
Os procedimentos são conduzidos pela Delegacia Regional de Polícia Civil em Itabira.
Veja as fotos dos suspeitos que estão foragidos nos arquivos anexos!
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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