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Operação Policial Integrada entre PMMG e PCMG no Vale do Jequitinhonha Combate a Violência na Zona Rural

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Nos últimos dias, policiais militares e civis das cidades de Capelinha, Angelândia, Setubinha, além de integrantes da Diretoria de Inteligência e do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da PMMG, desenvolveram ações de inteligência e operações policiais no intuito de localizarem um criminoso que passou a integrar a lista dos indivíduos mais procurados do Estado, através do programa PROCURA-SE, da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP).

O criminoso de alcunha Paranhos, era conhecido na região por trazer intranquilidade aos moradores da zona rural do Vale do Jequitinhonha, com cometimento de diversos crimes e por seu perfil violento. Possuía mandados de prisão em aberto, além de condenações que somadas eram superiores a 71 anos de prisão, com pena remanescente de mais 61 anos. Atuava na prática de crimes há mais de 10 anos em municípios do Alto Vale do Jequitinhonha. Indivíduo violento, agressivo e perigoso. Possuía histórico de enfrentamento às forças policiais, com dois registros de homicídio tentado contra policiais nos anos de 2010 e 2011.

Durante as diligências das equipes na zona rural das cidades próximas a Capelinha, identificou-se que Paranhos era um especialista em áreas rurais e moradores apontavam que ele era conhecido como “Lázaro de Minas”. O criminoso utilizava imóveis abandonados para esconder-se e vigiar propriedades alvos de seus crimes, principalmente o delito de roubo. Uma das estratégias do criminoso era deslocar-se somente no período noturno na zona rural da região.

Desta forma, foi montado um cerco em pontos estratégicos no intuito de interceptar os deslocamentos do criminoso que já durava mais de cinco dias. Nessa segunda-feira, 28 de agosto, ele e um comparsa foram abordados por uma guarnição policial. Os policiais deram ordem de parada a ambos, entretanto, as ordens não foram acatadas. Houve confronto, e ambos os criminosos efetuaram disparos de arma de fogo em direção aos policiais, que revidaram. Na ação, os criminosos foram alvejados e socorridos até a cidade de Angelândia, sendo constatados os óbitos. Os criminosos portavam armas de fogo, inclusive uma arma de calibre restrito.

Ressalta-se que o objetivo do programa PROCURA-SE é realizar a prisão de indivíduos foragidos da Justiça, a partir de ações qualificadas das polícias, das Agências de Inteligência e da participação do cidadão, por meio de denúncias ao Disque Denúncia Unificado 181.

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Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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