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Operação Pugna: integrantes de facção criminosa são presos na RMBH

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Divulgação/PCMG

Como desdobramento da operação Pugna – denominação que faz referência a combate -, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão preventiva de três homens, de 20, 22 e 23 anos, suspeitos de integrar organização criminosa, na última sexta-feira (22/9), em Jaboticatubas, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). As capturas ocorreram 21 dias após o líder, de 31 anos, ser preso em Itatiaiuçu, também na RMBH, em razão de troca de informações entre a PCMG e a Polícia Civil do Estado da Bahia (PCBA).

Segundo apontam as investigações, o grupo criminoso, com expressiva atuação no extremo sul da Bahia, no norte do Espírito Santo e no nordeste de Minas Gerais, comandava e executava diversos delitos, como homicídios, tráfico ilícito de drogas e armas de fogo e crimes contra instituições financeiras.

Em uma ação recente, há cerca de três meses, na cidade de Alcobaça (BA), membros da facção, sob comando do homem de 31 anos, teriam gravado vídeos portando fuzis e outras armas e efetuando disparos, em ameaça a moradores da região, inclusive com imposição de toque de recolher no bairro Bugia.

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Prisões

Com a captura da liderança da facção criminosa baiana, no dia 1º de setembro, o trabalho investigativo foi conduzido no sentido de identificar e localizar outros integrantes ativos no estado de Minas Gerais. Na última sexta-feira, a partir de monitoramento da PCMG, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), vinculada ao Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), outros três suspeitos foram presos na zona rural de Jaboticatubas.

O trio, que também aparece nas imagens que vieram a público portando fuzis (ação criminosa de Alcobaça), além dos mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça da Bahia, foi detido por tráfico de drogas, devido à localização de entorpecentes no imóvel em que estava escondido. Os suspeitos tentaram fugir da intervenção policial, mas foram contidos e se encontram no sistema prisional.

A prisão do líder, em Itatiaiuçu, realizada pela equipe da Draco/Deoesp contou com colaboração da Superintendência de Informações e Inteligência Policial (SIIP) da PCMG e da Agência de Inteligência Policial da Delegacia Regional em Nanuque (MG), bem como da PCBA.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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