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Operação resulta na apreensão de mais de mil litros de combustíveis

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar e com o Procon, deflagrou a segunda fase da operação Octanus, nessa quarta-feira (12/7), em Uberlândia, região do Triângulo Mineiro. A ação resultou na apreensão de mais de 1350 litros de combustível, armazenados em uma oficina de forma irregular.

Na ocasião, um homem, de 55 anos, foi preso em flagrante pelos crimes previstos nos artigos 54 e 56 da Lei 9605/98 (crimes ambientais) e no artigo 1º da Lei 8176/91 (crime contra a ordem econômica).

Os indícios encontrados no local da operação evidenciaram o comércio clandestino de combustíveis, assim como a possível adulteração do produto. Ainda foram verificadas pelos policiais evidências de derramamento de combustível no solo, o que resultou na sua contaminação.

Segundo apurado, a forma como os combustíveis estavam armazenados trazia perigo a um número indeterminado de pessoas, pois havia o risco de explosão ou incêndio.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar a origem dos combustíveis e demais envolvidos no esquema criminoso.

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Riscos

De acordo com a equipe da PCMC responsável pela operação, a origem ilícita dos combustíveis é fator decisivo para a comercialização abaixo do preço de mercado. A aquisição de combustíveis de forma irregular coloca em risco não apenas o patrimônio do motorista, dada a possibilidade de danos ao veículo, bem como a integridade física dele, devido à emanação de gases tóxicos, e também consequências jurídicas, já que configura como crime de receptação.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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