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Operação Ruína: PCMG prende suspeito de homicídio no Morro das Pedras

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Divulgação/PCMG

Nesta sexta-feira (1/9), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio da Polícia Militar, deflagrou a operação Ruínas, no Aglomerado Morro das Pedras, localizado na região Oeste de Belo Horizonte. A ação teve como resultado a prisão temporária de um suspeito, de 26 anos, investigado pelo homicídio de um homem, de 25, e pela tentativa de homicídio contra outro indivíduo, de 28.

Os crimes ocorreram no dia 14 de julho deste ano, na mesma localidade. As vítimas foram até uma boca de fumo comandada pelo suspeito para comprar drogas e o homem, portando uma pistola semiautomática, exigiu que a dupla mostrasse se estavam armados. Ao constatar que estavam desarmados, instantaneamente o suspeito atirou contra o homem de 25 anos, que caiu, e em seguida sofreu diversos disparos na cabeça. O suspeito atirou contra a segunda vítima, contudo, ela conseguiu fugir e sobreviveu.

O delegado Matheus Moraes Marques, titular da 5° Delegacia Especializada de Homicídios, pertencente ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), explica que a motivação dos crimes está ligada ao conflito entre gangues rivais envolvidas com o tráfico de drogas na região. “Após diversos levantamentos, ficou claro que a execução se deu em razão da guerra do tráfico, uma vez que as vítimas pertenciam a um grupo rival ao do investigado. Assim, com vários elementos de prova, foi possível representar pela prisão temporária do homem, bem como pela busca e apreensão em sua residência”, detalhou.

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Durante a abordagem policial, o suspeito tentou escapar pulando telhados de casas vizinhas, mas logo foi contido. Ele estava cercado pelas forças policiais, que também realizavam o monitoramento aéreo do investigado. Na casa dele, foram apreendidas drogas, balanças de precisão, pinos de cocaína e um coldre para pistolas. O irmão do suspeito, que integra o mesmo grupo criminoso, também foi preso em flagrante por tráfico de drogas no curso das buscas.

A dupla foi encaminhada ao sistema prisional, e as investigações prosseguem para conclusão do inquérito policial. A operação contou com o empenho de 11 policiais civis e nove policiais militares.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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