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Operação Senhor das Armas resulta em prisões e apreensões no Rio Doce

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta sexta-feira (15/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a primeira fase da operação Senhor das Armas, visando ao cumprimento de ordens judiciais na região do Rio Doce.

Em Governador Valadares, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, sendo ainda efetuadas as prisões em flagrante de dois homens, de 21 e 34 anos, um por posse irregular de arma de fogo de uso permitido e o outro, pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Já em Itanhomi, os policiais prenderam uma mulher, de 25 anos, por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, e cumpriram um mandado de busca e apreensão.

Durante o cumprimento das cautelares, foram apreendidas aproximadamente 700 munições de armas de fogo de calibres variados, oito armas de fogo, dois simulacros de arma de fogo, um aparelho de choque, um pacote de esferas, seis coldres, uma balança de precisão, oito celulares, dinheiro, além de um silenciador, um cartucho e seis carregadores de arma de fogo.

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A delegada Verenna Veloso, que coordenou a operação, destacou a importância dessas prisões e apreensões, já que as armas arrecadadas eram utilizadas para financiar os homicídios cometidos na região.

“Essas ações significam mais do que um avanço na luta contra o tráfico de drogas e comércio ilegal de arma de fogo, elas representam uma vitória da sociedade no combate à criminalidade e na manutenção da segurança pública”, ressaltou a delegada.

Trabalho investigativo

As apurações iniciaram após a prisão de dois suspeitos, em 2023, pelo crime de tráfico de drogas. Por meio de investigações, os policiais civis identificaram uma rede de comércio ilegal de armas de fogo e de munições atuante na região.

A operação Senhor das Armas continua e novas medidas podem ser adotadas conforme o desenrolar das investigações.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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