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Operação Sexta-Feira 13 investiga homicídio em Riacho dos Machados

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, durante a operação Sexta-Feira 13, realizada na data referente ao nome da ação policial (13/1), em Porteirinha, região Norte do estado, mandado de prisão preventiva expedido contra um homem, de 31 anos, suspeito de homicídio qualificado. O crime teria ocorrido em 13 de dezembro do último ano, na região do Bem Querer, zona rural do município de Riacho dos Machados, que fica a 70 quilômetros de distância de Porteirinha.

Entenda o caso

O corpo da vítima, um homem de 32 anos, foi encontrado pelo filho, uma criança de 10, em um lote próximo a sua residência no dia 13 de dezembro de 2022.

A perícia técnica da Polícia Civil compareceu ao local imediatamente, realizando as averiguações necessárias. Após instauração de inquérito, as investigações identificaram um suspeito, conhecido por ser uma pessoa violenta que costumava portar um punhal em uma bainha de papelão e linha, segundo testemunhas.

De acordo com as informações levantadas, o investigado procurava pela vítima e teria sido a única pessoa que permaneceu com ela durante a noite do homicídio. A bainha de papelão e linha, citada anteriormente, foi encontrada na cena do crime.

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O laudo da necrópsia comprovou requintes de crueldade na execução, pela existência de múltiplos golpes no corpo da vítima. O delegado responsável pelas investigações, André Nunes Barbosa Brandão, representou ao Poder Judiciário pela prisão preventiva do suspeito. O investigado foi preso, encaminhado ao sistema prisional e encontra-se à disposição da Justiça.

“Reforçamos a importância do papel da polícia judiciária na prevenção e no combate aos crimes contra a vida”, pontua o delegado.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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