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Operação Sexto Sentido: PCMG conclui inquérito e indicia sete pessoas

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Divulgação/PCMG

Nesta quarta-feira (24/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito relacionado à operação Sexto Sentido, deflagrada no dia 29 de dezembro de 2023 em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Sete pessoas foram indiciadas pelos delitos de organização criminosa armada, com a qualificadora do exercício de comando e porte de arma de fogo, conforme previsto nas Leis nº 12.850/2013 e 10.826/2003.

Operação

A operação teve como objetivo coibir a ação de indivíduos suspeitos de atuarem no crime organizado, com envolvimento na prática de homicídios e tráfico de drogas e se preparando para atentados a instituições públicas. Na ocasião, foram cumpridos oito mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. Relembre AQUI

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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