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Operação Tentaculum mira reincidentes em crimes contra o patrimônio

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Divulgação/PCMG

Em Montes Claros, região Norte do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) encerrou, nesta segunda-feira (6/5), a operação Tentaculum, iniciada no último dia 30 de abril. No decorrer dos trabalhos policiais, foram cumpridos mandados de prisão preventiva expedidos para um quarteto suspeito de reincidência em crimes de furto qualificado, geralmente praticados por escalada e arrombamento, no município.

Segundo o delegado Cezar Salgueiro, as medidas cautelares expedidas foram embasadas em relatórios técnicos de investigação, bem como em apurações em andamento nas delegacias de área onde tramitam procedimentos investigatórios contra os alvos.

“A necessidade da representação por prisões preventivas decorreu da análise de que os indivíduos estavam praticando furtos de forma reiterada e desenfreada, inclusive, em alguns casos, com o espaço de um dia entre um fato e outro”, explica.

Ainda segundo Salgueiro, a operação foi finalizada hoje com a última prisão preventiva efetuada. Durante as ações da PCMG, ao longo de uma semana, alguns objetos, possivelmente produtos dos furtos, foram recuperados e serão apresentados às vítimas para reconhecimento e eventual restituição.

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O delegado observa também que um dos presos é investigado por furto a uma casa nas proximidades do Edifício Roma, no bairro Jardim São Luis, em 18 de abril, quando as residências tiveram que ser desocupadas em razão de danos estruturais no prédio. O suspeito confessou o crime quando teve seu mandado cumprido.

Com a finalização dos trabalhos de polícia judiciária, os quatro homens permanecem no sistema prisional à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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