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Operação Z: Polícia Civil prende quatro pessoas em Lagoa da Prata

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta quarta-feira (8/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou uma operação que resultou no cumprimento de três mandados de prisão em Lagoa da Prata, região Centro-Oeste do estado. Durante a ação também foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão.

A ação de hoje faz parte de uma investigação complexa que buscava elucidar uma tentativa de homicídio ocorrida no mês passado, em um local ermo da cidade. Segundo apurado, na noite de 13 de fevereiro, um jovem de 27 anos, foi alvejado por cinco disparos de arma de fogo, conseguindo escapar com vida em meio a um canavial próximo. Após tomar conhecimento do fato, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar autoria e circunstâncias do crime.

Em buscas pelo local apontado pela vítima, uma equipe policial conseguiu identificar o ponto exato da tentativa de homicídio, recolhendo pertences do jovem baleado e um projétil de arma de fogo que foram recolhidos e periciados. Foi apurado, no curso da investigação, o envolvimento de pelo menos três pessoas na ação delituosa e que teriam relação com outros três homicídios ocorridos em data pretérita – um tentado e dois consumados – cuja motivação principal seria a associação com o tráfico de drogas na região.

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O delegado responsável pela apuração, Ivan Lopes, explicou o caso. “Está evidente, no contexto da investigação, que a associação criminosa, com uma liderança marcante, se sente livre para dominar o tráfico de drogas na cidade, sentenciado à morte os seus desafetos e concorrentes”.

Três homens, com idades de 19, 23 e 28 anos, foram presos em virtude do cumprimento de mandados de prisão. Ainda foram conduzidos para a delegacia o pai de um dos suspeitos, de 68 anos, preso por tráfico de drogas; uma jovem, de 19 anos, e um adolescente de 17 anos, que assinaram Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por posse de drogas. Dois carros, rádios comunicadores, porções de drogas e dinheiro também foram apreendidos.

A ação contou com o empenho de 20 policiais civis, além do auxílio de uma equipe da Guarda Civil Municipal. Os suspeitos presos já foram encaminhados ao sistema prisional e seguem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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