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Patos de Minas: PCMG indicia mais quatro suspeitos de homicídio

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Divulgação/PCMG

Nesta sexta-feira (3/5), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu a última parte do inquérito policial que apura a participação de diversas pessoas em um homicídio ocorrido em 26 de fevereiro do último ano, na cidade de Patos de Minas, região do Alto Paranaíba. Ao todo, 11 pessoas foram indiciadas pelo crime, além de dois adolescentes identificados.

O crime

A vítima do assassinato foi abordada por integrantes de uma facção criminosa, que, após um ato de “justiçamento” com a participação de menores de idade, a sequestraram, colocaram-na em um veículo e a levaram para uma área rural em Patos de Minas, onde a executaram com um disparo de arma de fogo contra a cabeça dela. Em seguida, o grupo ocultou o corpo no mesmo local.

Várias pessoas já tinham sido responsabilizadas em inquéritos desmembrados, e hoje, outras quatro foram indiciados pelos delitos previstos no Artigo 121, parágrafo 2º inciso I, III e IV do Código Penal, na forma do artigo 29 do mesmo código. Além disso, foram indiciados pelo artigo 148, parágrafo 2° do Código Penal, também na forma do artigo 29 do mesmo diploma legal, e pelo artigo 244 -B do Estatuto da Criança e Adolescente.

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Atos infracionais

A PCMG também finalizou um procedimento em apartado para apurar a ação de menores na ação criminosa. Foram verificados indícios de que pelo menos dois adolescentes participaram do homicídio. Tanto o inquérito policial quanto o procedimento contra os menores foram encaminhados para a análise do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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