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PCMG apresenta balanço de operações realizadas no estado em 2024

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Divulgação/PCMG

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira (8/2), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) apresentou o balanço das operações policiais realizadas no estado, com foco no combate ao crime organizado. Os dados são relativos aos trabalhos desenvolvidos pelos 27 departamentos territoriais e especializados, em todo o estado, do dia 1º de janeiro a 7 de fevereiro.

O superintendente de Investigação e Polícia Judiciária, delegado-geral Júlio Wilke, destacou que, somente nesse período, foram cumpridas 671 ordens judiciais em Minas Gerais, sendo 238 mandados de prisão e 433 de busca e apreensão. Segundo Wilke, isso representa um aumento de 54% em relação aos procedimentos realizados no mesmo período do ano passado.

“Cada mandado de busca e apreensão e de prisão precede de uma investigação minuciosa da polícia judiciária, em que são colhidos elementos de autoria e materialidade”, ressaltou o delegado-geral, oportunidade em que descreveu o trabalho complexo que envolve uma investigação criminal.

Ações planejadas

No início deste ano, durante reunião gerencial da chefia da PCMG com os chefes de departamentos da instituição, ficaram definidas diretrizes de atuação, entre elas, o reforço nas ações de repressão ao crime violento em todo o estado.

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“Enquanto estivermos na direção da PCMG, a diretriz principal será o combate ao crime organizado, em todas as suas vertentes, e em todo o estado”, disse o superintendente, que ainda acrescentou: “Não vamos admitir qualquer tipo de ação que atente contra o Estado”.

As ações realizadas nas primeiras semanas do ano tiveram como foco, sobretudo, o combate a homicídios, latrocínios, roubos, furtos, receptação, sequestro, tráfico de drogas, crimes contra vulneráveis e atos infracionais diversos, além de apreensão de armas ilegais.

Combate ao tráfico

Durante a coletiva de imprensa, o chefe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), delegado-geral Thiago Machado, destacou os trabalhos realizados, especialmente neste ano, no enfrentamento do tráfico de drogas pela unidade policial, sediada na capital mineira.

Na manhã de hoje (8/2), o Denarc cumpriu 25 mandados de busca e apreensão, no bairro São Marcos, em Belo Horizonte, sendo arrecadadas porções de maconha, substância conhecida como lança-perfume, além de material que irá subsidiar as investigações. Três pessoas foram conduzidas para a delegacia.

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“Desde o início do ano, foram cerca de 15 operações desenvolvidas pelas cinco delegacias que compõem o nosso departamento”, contou Machado. Nesse período, os policiais do Denarc apreenderam aproximadamente 24 quilos de maconha, mais de 6 quilos de cocaína, duas armas de fogo, munições e diversos tipos de substâncias entorpecentes com maior valor de mercado, entre elas, mais de 700 comprimidos de ecstasy. Além das apreensões, seis pessoas foram autuadas em flagrante.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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