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PCMG apresenta conclusão de inquérito de triplo homicídio em Ipatinga

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Divulgação/PCMG

Disputa entre organizações criminosas envolvidas no tráfico de drogas. Essa é a motivação apurada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) de um triplo homicídio e uma tentativa ocorridos em Ipatinga, Vale do Rio Doce, no início deste ano. O resultado das investigações, com a conclusão do inquérito que culminou na prisão de três suspeitos, foi apresentado em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (3/5).

O crime ocorreu em 5 de janeiro, quando quatro homens foram atingidos com diversos disparos de arma de fogo em frente a um bar, no bairro Canaã. Três vítimas, com idades de 23, 31 e 37 anos, morreram, enquanto a quarta, de 22, sobreviveu ao atentado após receber socorro médico.

Segundo o delegado Marcelo Franco Marino, as investigações apontam que, em decorrência da rivalidade entre facções criminosas atuantes no tráfico de drogas, integrantes desses grupos começaram a planejar crimes ocorridos no Vale do Aço enquanto estavam detidos no sistema prisional.

“Esses criminosos, membros de uma facção, declararam uma ‘caçada’ a traficantes da região, para domínio do tráfico de drogas em Ipatinga, culminando em pelo menos três eventos de grande repercussão na cidade, sendo um deles esse caso do triplo homicídio consumado em frente ao bar”, esclarece o delegado.

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Marino acrescenta que o grupo criminoso, composto por algumas pessoas de fora do Vale do Aço, reagia a tiros as abordagens policiais. No caso específico, quatro suspeitos foram identificados, sendo três deles de 23, 24 e 29 anos, presos em decorrência do trabalho investigativo. Já o quarto investigado morreu após envolvimento em um tiroteio.

“As prisões são significativas no combate ao homicídio em Ipatinga e representam a resposta das forças de segurança à nossa sociedade”, conclui o delegado.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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