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PCMG apura caso de pornografia infantil em escola de BH

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou, em poucos dias, a autoria de um ato infracional envolvendo pornografia infantil, que consistia em montagens de fotografias de adolescentes em situação de nudez, feitas com uso de inteligência artificial. Nesta segunda-feira (6/11), o procedimento foi encaminhado à Justiça; a PCMG representou pela aplicação de medida socioeducativa a um adolescente, de 15 anos. Ele e as vítimas, também adolescentes com 14 e 15 anos, são de uma escola de Belo Horizonte.

Em 16 de outubro deste ano, quando as mães das vítimas denunciaram os fatos na Delegacia Especializada de Apuração de Ato Infracional (DEAI), a equipe atuou imediatamente. Segundo o delegado Ângelo Ramalho, responsável pela investigação, “com técnicas investigativas avançadas e aplicadas aos vestígios deixados por crimes que perpassam pelo ambiente cibernético, a equipe conseguiu apurar o perfil criado em uma rede social, responsável por publicar fotos editadas com inteligência artificial de cunho pornográfico e pejorativo de pelo menos dez adolescentes”, relatou. A página foi retirada da internet e a autoria identificada. “Assim que esta Delegacia Especializada foi demandada, o perfil foi retirado do ar, e em menos de dez dias, foi possível identificar a autoria delitiva, demonstrando que a Polícia Civil está atenta e apta a atuar nesses cenários de crimes que ocorrem no ambiente digital”, garantiu Ramalho.

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O Procedimento de Apuração de Ato Infracional (PAAI) foi encaminhado à Justiça da Infância e Juventude da capital para aplicação das sanções ao adolescente, que poderá ser responsabilizado por até três anos de internação em Centro Socioeducativo.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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