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PCMG apura crime de invasão de dispositivo informático

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta segunda-feira (27/2), o inquérito policial sobre invasão de dispositivo informático que gerou um prejuízo financeiro para a empresa vítima em torno de R$ 260 mil, em Belo Horizonte. Uma ex-funcionária, de 24 anos, foi indiciada pelo crime.

Segundo as investigações, a empresa vítima, atuante na venda de eletrônicos e eletrodomésticos por meio de plataformas virtuais, denominadas marketplaces, no mês de maio do ano de 2022, teve campanhas veiculadas no site de vendas de forma fraudulenta, por pessoa que não pertencia ao seu grupo de funcionários. As campanhas ofereciam descontos de 50% em produtos da linha branca.

Após início das investigações e identificação do ID responsável por acessar a plataforma de vendas no dia e no horário do lançamento da campanha de descontos, foi possível concluir que o acesso havia sido realizado por uma ex-funcionária, que, na posse indevida de uma senha, realizou a ação como forma de vingança de seu desligamento da empresa.

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O trabalho investigativo foi conduzido pela 2ª Delegacia de Polícia Civil Barreiro.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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