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PCMG apura falsa venda de planos de saúde em Juiz de Fora

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quinta-feira (6/7), a operação Sanitas para o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão para apurar a atuação de uma quadrilha que vendia falsos planos de saúde em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

De acordo com as investigações, conduzidas pela 7ª Delegacia de Polícia Civil em Juiz de Fora, unidade que integra a 1ª Delegacia Regional de Juiz de Fora – pertencente ao 4º Departamento –, o grupo criminoso vendia planos de saúde conhecidos nacionalmente e, após a entrega das carteirinhas, emitiam falsos boletos aos usuários.

Ao todo, dez pessoas são investigadas por lavagem de dinheiro e por venderem planos de saúde utilizando-se do nome de empresas nacionais prestadoras do serviço.

Os crimes ocorreram em 2021, durante a pandemia mundial do Convid-19, momento que se registrou aumento em golpes de estelionato cometidos a distância.

A mentora do esquema, uma mulher de 40 anos, captava clientes, fazia o vínculo com a prestadora do plano e, posteriormente, embolsava as demais prestações em forma de boleto bancário ou cartão de crédito, favorecendo sua conta ou dos demais investigados.

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Segundo apurado, a quadrilha movimentou mais de R$600 mil em transações bancárias e gerou prejuízos de cerca de um R$ 1 milhão às vítimas. Dentre os alvos investigados por lavagem de dinheiro, há suspeitos envolvidos com o tráfico de drogas.

A PCMG realizou buscas nas residências de ex-funcionários de uma empresa do plano de saúde e em casas localizadas nos bairros Grajaú, Cascatinha, Alto dos Passos, Santo Antônio, Morro da Glória e Alto dos Pinheiros. Celulares, notebooks, computadores e documentos foram apreendidos e serão periciados para apuração do real envolvimento de cada um dos suspeitos.

O nome da operação, Sanitas, significa “saúde” em latim.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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