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PCMG apura falsificação de atestados médicos em Poços de Caldas

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Divulgação/PCMG

Em investigação sobre crime de falsificação documental, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, na tarde dessa quarta-feira (2/8), operação no bairro Vila Rica, em Poços de Caldas, Sul do estado. Durante a ação, policiais civis cumpriram mandado de busca e apreensão na casa de um homem, investigado por vender atestados falsos para trabalhadores da cidade.

No local das buscas foram arrecadados atestados falsos, além de equipamentos de informática com os arquivos utilizados na fraude. Aos policiais, o indivíduo confessou a prática criminosa, dizendo que cobrava R$ 20 por dia de licença.

A ação policial foi coordenada pela 6ª Delegacia de Polícia em Poços de Caldas.

Investigação

As apurações iniciaram há cerca de dois meses, após representantes de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) denunciarem que empresas da cidade estariam questionando a autenticidade de atestados médicos apresentados por trabalhadores, no intuito de abonar faltas. Na unidade de saúde, os profissionais constataram que grande parte desses atestados eram falsos.

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Diante disso, a Polícia Civil passou a apurar a origem desses documentos, sendo constatado que um indivíduo, morador do bairro Vila Rica, seria o responsável pela fraude. Foi então representado à Justiça pelo mandado de busca e apreensão, o qual foi cumprido ontem.

Alguns trabalhadores que apresentaram atestados falsos já foram conduzidos à Delegacia para prestar esclarecimentos. A conduta desses profissionais, além da esfera criminal, também reflete na área trabalhista, visto que tal situação pode resultar em demissão por justa causa.

As investigações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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