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PCMG autua suspeitos de determinar toque de recolher na capital

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), autuou em flagrante, na última sexta-feira (28/10), dois homens, de 18 e 32 anos, suspeitos de determinar “toque de recolher” a moradores dos bairros Lagoa, Céu Azul e Luar da Pampulha, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, e em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana.

Conforme apurado, os suspeitos presos teriam recebido ordens do grupo criminoso ao qual pertencem para ameaçar a população e incendiar ônibus. A ação criminosa decorre da tentativa de vingar a morte do líder da associação criminosa, que está em conflito com outro grupo na região devido a disputas pelo tráfico de drogas. Essa facção seria responsável pela morte do chefe rival.

Após denúncia de moradores, que temem por atentados, policiais militares obtiveram informação sobre um veículo ocupado por suspeitos de ameaçarem a população daquela região. A dupla de investigados foi, então, detida e os celulares deles, apreendidos.

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Em análise preliminar, os aparelhos continham mensagens transmitidas por aplicativo que apontam para uma ação organizada de membros em posição de comando que assumiram a associação criminosa para atemorizarem a população, os quais emitiram ordens de coação.

Os conduzidos, na delegacia, confirmaram a participação no crime e foram presos em flagrante por associação criminosa e constrangimento ilegal. As investigações, a cargo da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil Venda Nova, prosseguem para elucidação completa dos fatos.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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