Polícia
PCMG conclui inquérito de feminicídio ocorrido em Montes Claros

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, na terça-feira (4/1), o inquérito que apurou a morte de uma jovem, de 29 anos, em Montes Claros, norte do Estado, cometido pelo seu ex-companheiro. O crime ocorreu em dois de dezembro do último ano e o suspeito continua, desde o fato, recolhido ao sistema prisional. O inquérito foi instaurado após a prisão em flagrante do investigado.
Uma série de diligências foi realizada por parte da equipe de policiais da Delegacia de Homicídios em Montes Claros, como oitivas de testemunhas e policiais participantes da ocorrência, conclusão dos laudos da perícia técnica da Polícia Civil, levantamentos da vida do casal e vida pregressa do investigado, entre outras. Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Diego Flávio Carvalho, foi possível apurar com precisão a dinâmica do crime e a motivação do crime.
O caso
A PCMG apurou que, não aceitando o término do relacionamento, o suspeito passou a perseguir a ex-companheira, chegando a ser preso, em 22 de novembro do último ano, pelo crime de ameaça, mas colocado em liberdade pelo poder judiciário. No dia do crime, o suspeito invadiu a casa da vítima, pulando o muro do imóvel e acessando a cozinha, onde se apossou de uma faca e desferiu oito golpes contra a mulher, fugindo em sequência.
As duas filhas da mulher, uma de oito anos, que também é filha do acusado, e outra de cinco, testemunharam toda a ação. Os gritos da criança mais velha alertaram vizinhas da família, que correram até o local. Embora uma das vizinhas, formada em enfermagem, tenha realizado primeiros socorros na vítima, esta veio a falecer, tendo o SAMU constatado o óbito no local. A Polícia Militar foi acionada e realizou a prisão em flagrante do suspeito, que foi visto em fuga por outra moradora.
O investigado foi indiciado pelo homicídio com três qualificadoras: feminicídio, execução por meio cruel e impossibilitar a defesa da vítima. O delegado completa que haverá ainda um aumento de dois terços da pena pelo fato de ter cometido o crime na presença das crianças.
A PCMG orienta que todo caso de violência doméstica e familiar contra a mulher seja denunciado. O registro pode ser feito diretamente em unidade policial, via Disque 180 e também pela Delegacia Virtual (clique AQUI ) nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva. Acesse o manual produzido pela Polícia Civil e saiba mais sobre o tema (clique AQUI ).
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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