Polícia
PCMG conclui inquérito que apurou feminicídio em Divisópolis

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, nesta sexta-feira (27/1), inquérito policial que apurou feminicídio ocorrido no dia 1º de janeiro, em Divisópolis, no Vale do Jequitinhonha. A vítima, uma mulher de 33 anos, foi morta com pelo menos cinco facadas desferidas pelo esposo, de 35 anos, preso em flagrante na ocasião e, agora, também indiciado pelo crime.
No dia dos fatos, a vítima almoçava na residência da mãe, quando recebeu ordem do marido de voltar para casa. No local, após uma discussão por suposta traição, o suspeito desferiu um golpe de faca na perna da mulher e, pelo menos, outros cinco na região do pescoço.
Em seguida, o homem colocou o corpo da vítima no chão da sala da residência, apoiado em um travesseiro, e se feriu, na região dos pulsos e pescoço, deitando-se ao lado da esposa falecida.
Toda a cena foi testemunhada pela filha mais nova do casal, de 10 anos. A criança imediatamente acionou a avó e o tio, para socorro.
Relacionamento
Conforme as investigações, a vítima iniciou o relacionamento com o homem quando tinha menos de 16 anos, se casando logo em seguida, ao engravidar do primeiro filho do casal, que possuía um total de quatro.
“Além da demonstração de ser ciumento e possessivo, havia, na unidade, um procedimento investigativo relacionado à ameaça, em situação de violência doméstica, praticada no ano de 2020”, informou o delegado responsável pelo inquérito, Fernando Varella.
Da investigação
Uma série de levantamentos policiais foi realizada por parte da equipe de policiais da Delegacia Regional de Polícia Civil em Almenara. Foram ouvidas testemunhas e policiais militares participantes da ocorrência, reunidos laudos da perícia oficial da Polícia Civil, levantamentos da vida do casal e vida pregressa do investigado, além de um interrogatório do indiciado que durou cerca de três horas.
O delegado Fernando Varella adiantou, ainda, que foi possível apurar com precisão a dinâmica, a motivação e as circunstâncias do crime.
O suspeito permanece preso preventivamente, e o inquérito policial foi encaminhado à Justiça para os trâmites legais.
A PCMG orienta que todo caso de violência doméstica e familiar contra a mulher seja denunciado. O registro pode ser feito diretamente em unidade policial, via Disque Denúncia 181 e também pela Delegacia Virtual nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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