Polícia

PCMG conclui inquérito sobre morte de cinco cães filhotes em Barbacena

Publicados

em

Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) encerrou o inquérito policial que apurou a morte de cinco cães filhotes, ocorridos na Colônia Rodrigo Silva, em Barbacena, em dezembro do ano passado. Na ocasião, foi compartilhado em redes sociais um vídeo onde o homem aparece agredindo os animais com um martelo.

O investigado, que é estudante de veterinária, afirmou ter sacrificado os animais por suspeitar que eles estivessem contaminados por uma doença chamada cinomose. Porém, de acordo com as investigações e com a perícia realizada nas imagens, foi apurado que caso a doença realmente existisse, era algo que poderia ser tratado e jamais seria permitido que os animais fossem sacrificados daquela forma.

O delegado responsável pelas investigações, Alexandre Ramos, destacou que, mesmo que os filhotes estivessem com a doença e não houvesse possibilidade de cura, a forma com que os animais foram mortos foi um ato cruel. Em casos onde a doença está em fase terminal, a eutanásia só pode ser realizada em ambiente veterinário, por um profissional habilitado e em um processo que seja indolor aos animais.

Leia Também:  Esposa do apresentador Faustão atualiza fãs sobre seu estado de saúde: ‘Internado’

O suspeito foi indiciado, e o inquérito policial, encaminhado ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Rádio Inconfidência lança podcast 'Fase 2' sobre jogos digitais em Minas Gerais

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA