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PCMG conclui inquérito sobre morte de mãe e filho em Arcos

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial que investigou a morte de uma mulher, de 21 anos, e do filho dela, de 4, ocorrida na cidade de Arcos, no Centro-Oeste do estado, em 2 de junho deste ano. O resultado das apurações levaram à conclusão de que a mulher matou o filho e, em seguida, tirou a própria vida.

Os corpos de mãe e filho foram encontrados no fundo da residência pelo marido dela e pai da criança, após este retornar do trabalho. Com a ajuda de vizinhos, o homem acionou o Serviço Móvel de Urgência (SAMU) e a Polícia Militar.

Na residência, os militares encontraram fixada na porta da geladeira uma mensagem possivelmente deixada pela mulher. Nessa carta, ela relatou de maneira confusa problemas relacionados a uma dívida do programa Bolsa Família, expressando sua preocupação pela impossibilidade de reembolsar o dinheiro. Alegava o receio de ser presa e a falta de recursos para custear um advogado.

Segundo diligências realizadas pela equipe da Delegacia de Polícia Civil em Arcos, não foi localizado documento que confirmasse a notificação da suposta dívida. Em depoimento, o marido da mulher informou que ela teria falado que uma pessoa, não identificada, havia afirmado que ela teria que devolver cerca de R$ 14 mil ao governo, uma vez que a renda dele era superior à permitida no programa. No entanto, ele a aconselhou a se acalmar, pois não havia sido apresentada nenhuma documentação.

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De acordo com o delegado responsável pelo caso, Patrick Carvalho, as investigações apontaram que o marido estava no local de trabalho dele no horário possível das mortes. Além disso, os levantamentos periciais não identificaram vestígios de terceiros no local dos fatos. “O procedimento foi remetido ao Ministério Público com a conclusão de que a mulher, utilizando um objeto pontiagudo, desferiu quatro golpes na criança, causando três perfurações no tórax e um corte no braço esquerdo. Em seguida, ela tirou a própria vida”, afirmou.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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