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PCMG conclui inquérito sobre morte de paciente durante exame em BH

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, sem indiciamento, o inquérito policial que apurou as circunstâncias da morte de uma paciente, de 49 anos, durante exame de endoscopia digestiva alta. O procedimento médico foi realizado em uma clínica localizada na região do Barreiro, na capital, em 18 de julho deste ano.

O trabalho investigativo foi conduzido pela 2ª Delegacia de Polícia Civil Barreiro. Segundo apurado, depois de iniciado o exame, a paciente apresentou um quadro de esforço respiratório, evoluindo, em seguida, para uma parada cardiorrespiratória. Consta ainda que, mesmo após todos os procedimentos de urgência – realizados tanto pelo médico e pela equipe responsável pelo exame quanto pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que compareceram na clínica –, a mulher não resistiu.

Depois da morte, os familiares da paciente relataram que ela era portadora da doença de Chagas e utilizava um aparelho denominado cardioversor desfibrilador implantável, instrumento responsável pelo controle do coração. Os parentes questionaram a morte da senhora, principalmente pelo fato de não ter constado na ficha de anamnese as doenças cardíacas que ela possuía, bem como a medição respectiva de que fazia uso diário. Sobre essa questão, em interrogatório, uma profissional da equipe médica relatou que a paciente não chegou a informar toda a situação durante o preenchimento do questionário.

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No curso das apurações, foram realizados diversos exames periciais, análises de documentos e prontuários médicos, além de oitivas dos investigados e de testemunhas. Ao fim dos levantamentos, a PCMG entendeu que os investigados tomaram todas as providências necessárias quando da intercorrência médica, não encontrando, portanto, indícios de crime por eles praticado.

O inquérito policial foi enviado à Justiça para apreciação referente ao arquivamento dos autos.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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