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PCMG conclui inquéritos de homicídio em Patos de Minas

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Divulgação/PCMG

Nessa terça-feira (5/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial que apurou homicídio ocorrido em 19 de fevereiro de 2017, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Também nesta semana, outro caso, do último dia 25, foi finalizado.

Em relação ao crime de 2017, conforme apurado pela PCMG, a vítima havia sido assaltada no dia anterior e decidiu ir até a casa onde os suspeitos estavam. Ao chegar à residência, ela foi atingida com três disparos de arma de fogo efetuados pelo investigado maior de idade. Em seguida, o suspeito repassou a arma a um adolescente de 17 anos, que efetuou mais tiros. A vítima, que tinha 47 anos na época dos fatos, morreu no local.

O homem suspeito do crime, de 32 anos, foi indiciado por homicídio qualificado.

Assassinato por herança

O segundo inquérito policial concluído nesta semana investigou outro homicídio ocorrido na cidade, no dia 25 do último mês. Na ocasião, o suspeito, motivado por questões de herança e discussões fúteis, usando de dissimulação, foi até a casa das vítimas e, se passando por amigo, entrou na casa e foi até a cozinha.

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No local, a vítima, um homem de 82 anos, estava arrumando uma cadeira para que o suspeito se sentasse e, nesse momento, o investigado deu três facadas contra a filha do idoso, de 48 anos, que possuía problemas cognitivos e morreu na hora.

Em seguida, o suspeito deu uma facada no tórax do homem, momento que a lâmina da faca se quebrou. O homem então sacou de uma segunda faca que já portava na cintura e novamente atacou a vítima, que ainda conseguiu segurar o cabo da faca até que a Polícia Militar chegasse. Durante o crime, o suspeito dizia que iria matar a vítima e os seus filhos.

A Polícia Civil indiciou o suspeito, de 54 anos, por dois delitos de homicídio qualificado, sendo um tentado e outro consumado, com três qualificadoras cada, sendo uma delas por ter atacado pessoa maior de 80 anos e a outra por atacar e matar pessoa com deficiência mental. Se condenado, o suspeito pode receber uma pena que supera os 30 anos.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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